» O homem e os seus temores

Por séculos e séculos uma palavra que não combina com os homens é a palavra medo. Pelas imposições e cobranças, todo homem tem seus medos, seus temores não assumidos, não revelados.
Quem nunca ouviu a frase:"Você é um homem ou um saco de batatas?" Do homem é sempre cobrada, imposta, uma postura de "machão", de forte, de poderoso, e por causa disto, milhares de homens não sabem se relacionar com seus temores, embora ele esteja presente no coração de cada homem.
Quem tem sensiblididade perceberá que no silêncio de muitos homens está contido os seus temores inconfessados, os seus medos. Medo do desemprego, medo de perder o sustento da família, medo da solidão, medo de não alcançar os objetivos sonhados, medo do desprezo da pessoa amada, medo de que o salário não de para honrar as dívidas, uma gama enorme de temores secretos não confessados, crucificados no peito, muitas vezes não compartilhados por medo de não ser entendido até pela pessoa amada. Tudo isso acontece porque o homem tem medo de revelar seus medos e temores, com medo de pensarem ser ele um fraco.
Convém lembrar que um pouco de medo sempre é benéfico e a ausência total dele pode ser maléfica.O medo quando se torna neurose, paralisa, impede, atrofia, cria fantasmas.
Muitos por medo, podem verem-se desempregados antes mesmo de sair a lista de corte de pessoal da empresa em que trabalham.
Você pode surpreender-se ao saber que Franklin Delano Roosevelt era um aristocrata de nascimento, contudo, seus pais ricos e influentes incutiram na mente dele que os privilegiados devem assumir maior responsabilidade em ajudar os menos favorecidos, menos afortunados.
Embora fosse um adolescente tímido, Roosevelt destacou-se ao cursar a Harvard University,onde contribuiu para a vida no campus com seu envolvimento nos esportes e jornal da universidade.
Roosevelt ja se havia tornado um servidoe público como deputado estadual e ministro da marinha, quando uma tragédia o atingiu com um severo ataque de poliomielite.
Os dias sombrios que se seguiram deixaram-no numa confusâo de dores físicas insuportáveis.Mas um Roosevelt determinado, cuja carreira muitos observadores apostavam ter -se encerrado, reuniu o que de mais profundo havia em sua coragem pessoal, readquiriu o uso das mãos e aprendeu a andar com o apoio de aparelhos.
Durante sua convalescência o medo do fogo tomou conta do seu coracão e o atormentava. Ele tinha medo de ficar preso em algum prédio em chamas. Tendo sua vida devastada, quem ousaria culpá-lo se passasse o resto de sua vida chafurdado em auto-piedade?
Em vez disso, ele lutou para vencer sua deficiência e conquistar seus temores.
Oito anos depois, Roosevelt tornou-se governador de Nova Iorque. E apenas onze anos após ter sido acometido pela moléstia e paralisado, após suportar inúmeros meses de dores muito fortes, após uma grande insistência por parte de muitos de seus amigos e familiares para que se aposentasse e largasse a vida publica, Franklin Delano Roosevelt, homem de coragem, homem de determinação, prestou juramento como o trigésimo segundo presidente dos Estados Unidos da América do Norte.
Quando ele prestou juramento para o cargo, o pais estava mergulhado em uma grande depressão. Um em cada quatro homens estava desempregado, muitos não tinham alimento para suas famílias e muitos perderam suas casas por falta de pagamento. A grande nação havia sido forçada a pôr-se de joelhos.Deus havia humilhado os Estados Unidos.
Como as pernas de Roosevelt, o país estava aleijado pelo medo.Quem melhor do que Roosevelt poderia simbolizar a paralisia que as pessoas sentiam?
Por toda parte os homens sentiam as garras cruéis do temor e perguntavam-se se seriam os próximos.
Imagine, veja a cena. Um em cada quatro homens da vizinhaça desempregado, seus dois vizinhos mais próximos perderam as casas por não poderem continuar efetuando os pagamentos. Outros perderam toda a economia por causa de bancos e instituições financeiras que faliram.
Quando o inesperado acontece, faz uma surpresa, para onde você se volta?
Foi contra esse cenário de pano de fundo que Franklin Delano Roosevelt arrastou-se até o microfone e proferiu o discurso inaugiral mais absovervente deste século:A única coisa que devemos temer é o medo!
Querido amigo, contei esta história real, de um homem que tem sua fotografia nas notas de cem dólares, para que você pudesse perceber que ter medo é uma coisa natural. Todos têm seus temores, mas não podemos permitir que o temor tire nossa esperança, mine nossas forças, detone nossos sonhos, acabe com nossos ideais, e principalmente nos impeça de ir ao encontro dos propósitos de Deus para nós.
Deus em sua Palavra, a Bíblia Sagrada diz:Não temas, pois eu sou contigo,não te assombres , pois eu sou teu Deus. Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. (Is 41:10)
Logo. querido, você pode confiar no Senhor, ele fortalecerá você e se você depositar sua vida nas mãos dele, com certeza, você vencerá seus medos e alcançará a vitória e as bençãos que ele tem para você.

Nos ternos laços feitos no Calvário.
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